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Se o futuro é assim, contem comigo!

Nas últimas duas semanas tenho conduzido um Toyota Prius 1.8 HSD Hybrid de 2016. E poucas viaturas me fascinaram da forma como sucedeu com esta viatura.
Por isso, decidi escrever algumas linhas sobre a mesma partilhando convosco os reais benefícios da condução de uma viatura híbrida de última geração, bem como das suas valências enquanto produto automóvel.

Se há uma palavra que descreve este carro, é SILÊNCIO. É incrível a quietude que se vive a bordo tanto em modo elétrico como em modo gasolina. O motor é francamente silencioso e na maioria das vezes só percebemos em que modo estamos a circular após observação da completa instrumentação digital. A caixa automática de variação contínua é um precioso aliado na eficiente gestão elétrico-gasolina e, cumulativamente, aumenta exponencialmente a sensação de suavidade.

A qualidade de construção é insuspeita ao melhor nível que é esperado da Toyota. Bons materiais assentes em excelente qualidade de montagem. Muita atenção a pormenores, não se limitando à muito habitual “qualidade aparente” com que muitas marcas hoje em dia trabalham.
Num exercício simples de fecho de porta, nota-se a solidez e qualidade do carro.

O carro, do ponto de vista tecnológico, é irrepreensível. Em cima de tudo o que já é padrão na industria automóvel, o Prius acrescenta o head-up display de grafismo e nitidez superior, luzes adaptativas com assistente de máximos, cruise control com radar de proximidade e alerta de transposição de faixa com direcção activa.

Na prática, esta conjugação permite rolar tranquilamente em estrada sem qualquer intervenção do condutor; o carro acelera, abranda ou até mesmo pára de forma automática e ao sabor do trânsito, controla automaticamente as luzes de médios para máximos em função do trânsito contrário e mantêm o carro na faixa de rodagem de forma autónoma.

Na condução habitual o Prius torna-se desafiante porque somos levados a adoptar uma condução suave e contida, maximizando o uso do modo elétrico e conseguindo consumos médios abaixo dos 3,5L/100 de forma fácil e regular.
Na minha utilização diária tenho uma média acumulada abaixo de 4L/100 km, isto com deslocações casa-trabalho, pequenas deslocações profissionais em cidade e arredores, e algumas viagens em autoestrada.

No resto, é muito espaçoso no interior. Aliás, tem dimensões interiores muito acima do seu segmento. Transporta 5 pessoas com todo o espaço e conforto, em bancos de pele de grande qualidade.
Para o dia-a-dia, contamos ainda com sensores de estacionamento dianteiro e traseiro com câmara de estacionamento, base para carregamento sem fios de telemóveis, faróis de bi-xenon auxiliados por luzes diurnas e de nevoeiro em LED.

Para aferirmos a eficiência, um completo computador de bordo, que calcula tudo o que é possível calcular. Inclusivamente o gasto de combustível em euros, dividido em dias, semanas e meses.
O monitor de energia informa de forma constante sobre a origem da potência usada e as suas regenerações.

Tem ainda vários modos de condução; normal, eco-mode e power-mode.
A minha utilização diária, que proporciona os consumos acima são descritos é efetuada em modo normal.
O modo ECO torna o carro menos reactivo ao acelerador e aumenta o processo de regeneração da energia cinética em carregamento das baterias.
No modo POWER, bom… merecia um ensaio à parte! Neste modo, temos a potência e acima de tudo, o binário do motor elétrico a funcionar em paralelo com o motor de combustão. A resposta ao acelerador fica explosiva e ao mínimo toque o carro dá um salto em frente e o velocímetro alcança números muito para além do permitido nas nossas estradas.

De volta ao foco da essência deste carro, tornou-se na minha escolha acertada para as minhas necessidades. Fruto dos baixos consumos, este carro é mais económico que qualquer carro a gasóleo. Grosso modo, com 20€ de gasolina, é fácil percorrer 320 a 330 quilómetros, o que corresponde a um custo por quilómetro difícil de igualar por um carro a gasóleo deste segmento ou até mesmo de segmentos inferiores.

Tendo sido a marca pioneira em tecnologia híbrida, a Toyota nesta 4ª geração (e passados 20 anos do lançamento da 1º geração) elevou a qualidade, tecnologia e eficiência ao nível máximo existente hoje em dia.
Ainda que as baterias dos carros elétricos estejam a aumentar em autonomia, ainda é evidente a falta de uma rede alargada de postos de carregamento. E por isso, para quem quer uma válida alternativa ao gasóleo, a escolha acertada - na minha opinião - são os híbridos.

Considero este carro um pedaço do futuro. E se o futuro é assim, contem comigo!

© Luís Silvestre, YAS Automóveis

01-03-2018